19 de novembro de 2011

A máscara


Talvez os falsos sorrisos não te enganem... Ou quem sabe, passem despercebidos por teu critico olhar um dia... Quem sabe. Mas então que a máscara cumpra seu papel, que por trás dela as lágrimas se escondam e a expressão dura se torne amigável e aceitável pelos estúpidos padrões da sociedade. Que as rédeas curtas de seus estúpidos padrões e desejos mimados cumpram seu objetivo, que as unhas fincadas em minha pele arranquem junto com cada célula, a mágoa acumulada... Que as lágrimas lavem minha alma e ajudem a erguer minha cabeça, pois da luta não me retiro. Me atiro do alto e que me atirem no peito! Da luta não me retiro...

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