14 de setembro de 2016

O amor não tem regras


O amor não tem um botão que você pode ligar e desligar. Não tem uma receita de bolo pra seguir. Não se sabe nem mesmo quando começa. Pode ser no jazz, numa balada, num ônibus, num aplicativo de relacionamento, num cinema ou na fila do banco.

Tem quem diga que o amor está nas pequenas coisas. Em dizer que o par está lindo ao acordar, no "me avisa quando chegar", nas conversas ao longo da madrugada, em transformar terças em sábados e sábados em segundas. Tem quem precise ouvir o "eu te amo" e tem quem nunca diga. Nesse caso uma coisa é certa: se não sente, não fale.

Também não se sabe quando o amor acaba. Pode ser de um dia pro outro ou lentamente. As vezes é com um "Não estamos nos encaixando" ou "Não sou bom pra você agora" e pode ser, que na verdade, nunca acabe. Pode ser que nunca acabe para os dois, mesmo ficando separados, ou só para um e nesse caso é melhor preparar a caixinha de lenços.

Alguns têm um amor pra vida toda, outros têm toda uma vida pra amar. Amores menores, amores arrebatadores, poliamores e amores únicos. Não existe duração padrão. Existem amores de uma hora, de uma noite, de um mês e de uma vida. Tem aquele que chega de vagarinho, aquele que vem atropelando tudo e o que nunca vai embora.

Um comentário:

  1. Tem quem consiga viver o amor da vida que sempre esperou e deixá-lo ir é tão doloroso quanto ter que esperá-lo. Uma coisa que aprendi nos amores e desamores foi que existe de verdade... Parabéns pelo texto.

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