24 de dezembro de 2016

Sobre não desistir


Há algum tempo eu fiz uma loucura. Empurrei a minha vaquinha do precipício e saí da minha zona de conforto e olha... Te garanto que não foi fácil. Foram dias pensando no que fazer, pensando se era o certo, se valeria a pena, se eu ainda tinha idade pra essas coisas, se não estaria me precipitando, se não tinha ficado doida. Eu pensei tanta coisa que não sei bem como coube tudo isso na minha cabeça. Então... Cheguei na beira do precipício e não só empurrei a vaquinha (se não entendeu clica aqui) como me joguei junto com ela.

Eu pedi demissão de um emprego fixo e rotineiro e acreditei no meu sonho. Me joguei e abri as asas e adivinha só: estou voando. Logicamente o voo não é fácil! Longe disso, muito longe mesmo! É um voo complicado e cheio de atropelos no meio do caminho. Montanhas baixas e fáceis de sobrevoar, neblinas assustadoras, aves de rapina e verdadeiros Everests pra ultrapassar, mas vou realizando meus sonhos uma meta de cada vez, um objetivo por vez, um passo de cada vez!

Não nego que já pensei em desistir e voltar para a zona de conforto. Apesar de "insatisfatório", era comodo. E falo insatisfatório entre aspas, pois ter um emprego hoje em dia é uma dádiva, trabalhar com algo que gosta é um desejo de todos, mas não realizar um sonho é o mesmo que não viver e eu escolhi viver! Muitos vão te falar que é loucura e tantos outros vão tentar te fazer desistir dele, mas acredite em você e no seu potencial.

Esforce-se, enfrente seus medos, acredite que é capaz! Eu duvidava muito de tudo isso, mas passei por um processo de coaching (para entender o que é clique aqui) e isso mudou a minha vida. Este é o meu relatório final sobre tudo o que passei. Pra resumir: deu tudo certo e estou bem melhor comigo mesma agora. Se quiser ler o resto da história em detalhes, é só se preparar pro textão e clicar pra abrir a postagem! ;)


15 de dezembro de 2016

Coisa que eu aprendi com o tempo


Muito tempo se passou e hoje com quase 30 anos eu posso dizer que aprendi muita coisa e desaprendi outras e assim a vida seguiu. Cresci, amadureci pra muita coisa e claro, aceitei que vou ser sempre a criançona fazendo cara de quem abriu o presente de natal com qualquer comida, ainda vou assistir desenhos e jogar vídeo game e jogos on-line e comprar bonecos e miniaturas e pelúcias. Sou assim, não importa quantos anos eu tenha ou venha a ter, não importa nada.

Mas eu aprendi com o tempo que ele não cura tudo. Sempre vai ter um resquício, sempre vai ter um porém, sempre vai ficar algo. Nem que seja uma boa lembrança como cicatriz, uma marca fina na pele da sua vida. Não vai doer, mas vai estar sempre ali te lembrando do momento que passou.

O tempo pode ser cruel e correr quando você gostaria que ele passasse de vagar e ser uma lesma quando você precisa da agilidade ou como um amigo meu diria "velocitááááááá". Tudo tem seu tempo, não adianta querer apressar ou atrasar as coisas. Elas vão acontecer exatamente no momento em que precisam acontecer.

Aprendi que você não pode dominar o tempo, mas pode se organizar, aproveitá-lo e usá-lo da melhor forma possível. Tudo é questão de jeitinho e de definir prioridades. Quartas viram sábados, terças viram domingos, quintas viram segundas. Quando se quer, tudo se faz.

O tempo me ensinou que todo instante que passei tentando ser outras pessoas, agradar outras pessoas e esquecendo de mim mesma não foi totalmente perdido, mas serviu de aprendizado e me fez valorizar cada momento de sinceridade que tenho e terei daqui pra frente.