24 de janeiro de 2017

Van Gogh na telona

Há um tempo (nem lembro quanto) eu postei na página do blog que ía sair um filme sobre a vida do meu pintor favorito e ele seria todo feito no estilo de pintura pós-impressionista. Eu estou pirando desde então com cada notícia que sai sobre isso e acompanhando tudo que é possível. Agora eu finalmente trouxe a melhor notícia do universo: saiu o trailer!


Ai meu coração... É emoção demais pra um filme só! Foram 6 anos de trabalho pra chegar até aqui! O filme foi escrito e dirigido por Hugh Welchman e Dorota Kobiela, produzido no Reino Unido pela BreakThru Filmes e Trademark Filmes. São mais de 60 mil pinturas e sabe o que é mais interessante? O filme foi todo feito com atores reais e depois replicado com as pinturas e animado quadro a quadro! Deu até pra entender por que a produção já dura 6 anos! Dá uma olhada no making of:


Ansiosos pela estréia? Eu estou! O longa vai ser lançado este ano no Reino Unido e ainda não vi a data que vai sair aqui no Brasil, mas vamos esperar!

23 de janeiro de 2017

Filme de segunda 03 - Clube dos Cinco


Eu realmente não sei como ainda não tinha falado do meu filme favorito do universo, mas a novidade é que ele entrou na Netflix e já assisti umas 8 vezes! O filme é um clássico que inspirou milhares de jovens na década de 80. Sim, pasmem! O filme é de 1985! Eu nem era nascida. Ele está na lista daqueles "filmes obrigatórios" pra todo estudante. Não tive a sorte de assistir no colégio, mas graças a sessão da tarde, conheci o amor da minha vida!

Ficha Técnica:
Título Original: The Breakfast Club
Título no Brasil: Clube dos Cinco 

 Direção: John Hughes
Duração: 1h37min
Indicação: Livre
Nacionalidade: EUA
Gênero: Drama/Comédia
Nota: 10 limões
Tem na Netflix: SIM


Sinopse: Cinco adolescentes do ensino médio cometem pequenos delitos na escola e, como punição, têm que passar o sábado no colégio e escrever uma redação contando o que pensam de si mesmos. O grupo reúne jovens com perfis completamente diferentes: o popular, a patricinha, a esquisita, o nerd e o rebelde. No decorrer do dia, eles passam a se conhecer melhor e a aceitar suas diferenças, compartilhando seus maiores segredos.

John é o marginal. Badboy das paixonites adolescentes. Rebelde, rude, grosseiro, transgressor e dono de uma língua afiada ele acaba tirando a paciência dos outros com uma enorme facilidade. É aquele garoto que faz o bullying com um prazer tremendo, pegando o esteriótipo de cada um dos outros personagens e usando contra ele.

Andrew é o atleta. Atleta, popular, buscando uma bolsa de estudos através da luta livre e parece ser o par romântico indicado para Claire. No começo ficamos naquela dúvida do que ele fez para estar ali, já que ele parece ser o aluno mauricinho perfeito.

Allison é a neurótica. Não fala nem interage com as pessoas, reclusa e com atitudes dignas de internamento! Spoiler: ela faz um sanduíche com cereal!  É a única dos alunos que John não perturba e talvez seja pelo estilo rebelde compartilhado por eles (mais dark para Allison) ou pelo apoio que ela dá às suas travessuras.

Claire é a princesa. Rica e mimada, a garota mais popular do colégio, amada e venerada, usada como inspiração para as outras garotas. Parece não se importar com as provocações, e mostra superior a situação e chocada com o fato de estar em detenção.

Brian é o cdf. Aquele nerd clássico dos filmes, mega estudioso, só tira notas altas é cobrado pelos pais por isso, faz parte de diversos clubes como físíca, xadrez e tal. É realmente o esteriótipo do garoto nerd virgem. Inseguro e amedrontado, tenta se encaixar como pode no grupo.

Passar o sábado inteiro no colégio não agrade nenhum deles e ao longo do dia eles percebem que apesar das diferenças gritantes, eles possuem mais em comum do que imaginavam. No confinamento eles começam a fazer confissões, declarações e se conhecem melhor. Cada um demonstra ter uma surpresa para nós e isso acaba prendendo a atenção! Cada revelação é um baque!

A trilha sonora é um espetáculo a parte! Foi o filme que me apresentou a banda Simple Minds, que eu ainda escuto as favoritas até hoje. A música Don't You (Forget About Me) virou um hino da juventude na época e ainda é muito usada hoje em dia. Fato curioso: convidaram o Billy Idol, mas ele recusou e assim a Simples Minds entrou e arrasou!

O que mais me impressiona é que o filme, apesar de ser de 1985, continua super atual. É o típico filme que passa no teste dos 15 anos: você consegue assisti-lo após 15 anos e a história se encaixa. É fácil se identificar com algum personagem, com alguns traços e esteriótipos. É mais fácil ainda relembrar algumas coisas do seu tempo na escola. Algumas boas, outras nem tanto, mas no fim é um filme que vale MUITO a pena assistir!


22 de janeiro de 2017

Uma doença incurável...


Possuo uma doença rara... Daquelas que quando você pega, te derruba em cima da cama e deixa sequelas que vão te acompanhar a vida inteira. Quando começou era apenas paixão. Arrebatadora e inevitável. Veio de vagar, no primeiro sorriso, foi agravando com as horas de conversas e chegou em estado crítico com os abraços e todo o carinho que a alimentou.

Depois de bem nutrida essa doença se agravou e virou algo incurável conhecido como amor. O amor não tem cura, não tem remédio nem afago que dê jeito. Te faz se perder em pensamentos e lembranças, em gostos e cheiros e te faz viver num mundo onde ele controla tudo. Quando a outra pessoa também é infectada, as coisas não são ruins. Caso contrário, a dor é dilacerante e o pior de tudo: é incurável.


21 de janeiro de 2017

Final feliz?

Quanto tempo falta pro final feliz? O que nós temos que suportar até que ele chegue? Quantas montanhas precisamos escalar? Quantas muralhas precisamos construir e quantas precisamos derrubar? O que precisamos fazer pra ele chegar? O que precisamos enfrentar? E com o perdão do pleonasmo, o que precisamos encarar de frente?

O caminho parece árduo e difícil, complicado e nos faz pensar em desistir, mas o que nos fazer seguir em frente? As vezes é um sorriso, outras uma mensagem de boa noite. Pode vir disfarçado de um "lembrei de você" junto com uma imagem engraçada. Tudo isso traz esperança e nos faz acreditar que esse tal final feliz está cada vez mais próximo.

É claro que temos a plena consciência de que a felicidade não vai ser totalmente plena. Ainda vão existir montanhas a serem escaladas, muralhas a serem construídas e tantas outras derrubadas, mas dessa vez tudo será mais simples, pois será feito de mãos dadas.