22 de janeiro de 2017

Uma doença incurável...


Possuo uma doença rara... Daquelas que quando você pega, te derruba em cima da cama e deixa sequelas que vão te acompanhar a vida inteira. Quando começou era apenas paixão. Arrebatadora e inevitável. Veio de vagar, no primeiro sorriso, foi agravando com as horas de conversas e chegou em estado crítico com os abraços e todo o carinho que a alimentou.

Depois de bem nutrida essa doença se agravou e virou algo incurável conhecido como amor. O amor não tem cura, não tem remédio nem afago que dê jeito. Te faz se perder em pensamentos e lembranças, em gostos e cheiros e te faz viver num mundo onde ele controla tudo. Quando a outra pessoa também é infectada, as coisas não são ruins. Caso contrário, a dor é dilacerante e o pior de tudo: é incurável.


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